APRENDIZAGEM DA LEITURA E ESCRITA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA
CONTRIBUIÇÕES DO PROFESSOR
DOI:
https://doi.org/10.61228/os.v6i2.118Palavras-chave:
Prática pedagógica, Ensino, Formação leitoraResumo
Este trabalho tem como principal objetivo analisar o papel dos professores quanto ao ensino da leitura e da escrita junto a alunos com deficiência. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica nas obras de Silva (2001), Gonzalez (2004), Oliveira (1997) e outros autores, sobre a atuação dos professores e qualidade no ensino da leitura e escrita, objetivando analisar o desempenho do professor que busca a formação contínua no processo educacional e apontar algumas propostas que rumam para uma prática educativa de qualidade. Dessa forma, entendemos que a proposta de discussão aqui apresentada contribui para ampliarmos os debates sobre esta problemática, ao mesmo tempo em que nos permite discutir para chegarmos a novos métodos que nos auxiliam na prática pedagógica eficiente, de qualidade e significativa para os alunos com deficiência
Downloads
Referências
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Presidência da República, 1996.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
ESTEF, Suzanli; GLAT, Rosana. Avaliação flexibilizada para alunos com necessidades educacionais especiais: uma prática pedagógica inclusiva. Olhar de Professor, [S. l.], v. 24, p. 1-13, 2021.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREITAS, Ana Paula de; DAINEZ, Débora; CARVALHO, Claudia Adriana Silva de Mello. Práticas pedagógicas inclusivas e processos de apropriação da linguagem escrita. Revista Teias, Rio de Janeiro, v. 22, n. 66, p. 152-165, 2021.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
GONZALES, Joaquim. Receita para formar Bons Doentes. [s.ed]. Buenos Aires. 2004.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
OLIVEIRA, Lúcia. A ação-investigação e o desenvolvimento profissional dos professores: um estudo no âmbito da formação contínua. In: SÁ-CHAVES, Idália (org.). Percursos de formação e desenvolvimento profissional. Porto: Porto Editora, 1997. p. 95.
PESSOA, Ana Claudia Rodrigues Gonçalves; LIMA, Rafaella Asfora Siqueira Campos; CAVALCANTE, Tícia Cassiany Ferro; SOUSA, Wilma Pastor de Andrade. Educação inclusiva: práticas de alfabetização e letramento com estudantes com deficiência e especificidade linguística. Recife: Editora UFPE, 2022.
SILVA, Isabel de Oliveira e. Profissionais da educação infantil: formação e construção de identidades. São Paulo: Cortez, 2001.
SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2020.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Para onde vai o professor? Resgate do Professor como Sujeito e Transformação. São Paulo: Libertad. 2003.
VYGOTSKY, Lev Semionovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Niede Batista Alves, Ariane Aparecida de Oliveira

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à Omnia Sapientiae o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta Revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), desde que reconheça e indique a autoria e a publicação inicial nesta Revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer momento depois da conclusão de todo processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).



